THIS IS IT

Estreiou nesta 4af (28-10-2009) a o filme “This Is It”, que documenta os ensaios da turnê que o cantor Michael Jackson preparava quando morreu.

O diretor Kenny Ortega disse em entrevistas que foi difícil “juntar as peças” dos ensaios e que não havia ali material para um filme. O que se vê em “This Is It”, em cartaz em São Paulo, é bem o contrário: material havia de sobra; faltou, com certeza, incluir cenas que explicassem melhor Michael Jackson.
Não que as imagens deixem de ter algo surpreendente. O cantor nos últimos três meses de vida aparece como uma espécie de maestro de tudo o que é pensado para o show, capaz de insistir com o diretor musical até ele chegar ao ritmo que está em sua mente.
E como um moleque que se diverte nos ensaios, apesar da tensão, fazendo piada com músicos -mas cujas reações naturais, como gesticular em demasia, têm graça involuntária.
E, acima de tudo, um cantor e dançarino exímio que não aparenta nada dos problemas psicológicos ou de saúde que se imagina em alguém que vá morrer aos 50 anos por overdose de remédios.
Mas em nenhum momento o rosto dele é visto de perto, e tampouco ele aparece sem os óculos de sol. Na tela, Michael está quase sempre distante.
O filme mostra como seria o show, com novas cenas para “Thriller” -à Tim Burton e em 3D- e “Smooth Criminal”.

Masp recebe Rodin e bastidores de seu ateliê

Esculturas e fotografias do estúdio do artista mostram processo por trás da obra.

Exposição começa hoje e reúne 22 esculturas e 193 fotos feitas no ateliê de Rodin, um dos mais importantes escultores modernos.

Quando mostrou sua escultura “A Idade do Bronze”, um homem nu em tamanho real, Auguste Rodin (1840-1917) foi acusado de moldar suas formas direto no corpo do modelo.
Tentou se defender mandando aos jurados do Salão de Paris, em 1877, fotografias da obra e do homem que posou lado a lado, no mesmo fundo e escala. Depois disso, Rodin, que nasceu junto com a fotografia, em 1840, passou a contratar e receber fotógrafos em seu ateliê. Registraram o processo de criação por trás de suas obras, as mudanças nos moldes, estudos em tamanho maior e menor.
Quase 200 dessas imagens e 22 esculturas do artista estão agora no Masp. Lado a lado, são os bastidores da obra e sua presença concreta. Revelam o pensamento do escultor que escandalizou o século 19 com suas formas derretidas, poses contorcidas e membros decepados. Logo na entrada da mostra, uma escultura consegue resumir esse receituário. “As Três Sombras” são três vezes o mesmo homem, dispostos em torno de um ponto central, onde quase encostam as mãos. A cabeça inclinada estica o pescoço, veias saltadas, no ritmo do braço, que pesa rumo ao chão.
Era a cena dominante de sua “Porta do Inferno”, escultura encomendada pelo governo francês três anos depois da polêmica em torno de “A Idade do Bronze”. Nesta versão, que costuma ficar no jardim do Museu Rodin, em Paris, foi ampliada e destacada do conjunto original. Da mesma forma, seu “Pensador”, obra mais conhecida de Rodin, foi talhada para o topo da “Porta do Inferno” e depois ganhou vida nova e múltipla, em várias versões e escalas.
Nas fotografias no Masp, esse homem em pose contemplativa aparece em moldes de madeira, gesso e argila. Rodin chegou a completar com giz alguns traços direto nas impressões, tentando aproximar o pensador anônimo à figura de Dante Alighieri, autor dos versos que norteavam toda a composição.
Também fez rabiscos nas imagens para mudar o enquadramento da “Porta do Inferno” e dar outra forma aos cabelos de sua escultura de Balzac. Rodin tratava o registro fotográfico como extensão de seus estudos. Sem pretensão, suas esculturas aparecem no cenário tosco do ateliê, em frente ao aquecedor, debaixo de trapos empoeirados, junto de restos e sobras de gesso e argila.
Um dos primeiros fotógrafos a retratar seu estúdio, Eugène Druet, era o dono do café na praça de l’Alma, onde Rodin costumava almoçar. São as imagens mais cruas das obras, fragmentos amontoados que, quando vistos lado a lado, compõem um panorama especular de todo o trabalho do escultor.
Quando o poeta alemão Rainer Maria Rilke escreve sobre as mãos esculpidas por Rodin, “mãos que andam, mãos adormecidas, mãos que despertam, mãos criminosas, adoentadas”, está descrevendo o conjunto de retratos dessas mãos feitos aos montes por Druet no estúdio.
Esses cortes descuidados, ou mesmo a essência do corte fotográfico, também moldaram a atitude de Rodin diante da forma humana. Enxergava beleza só num braço, numa cabeça ou perna. Construía e desconstruía esculturas arrancando pedaços, juntando partes, como fotomontagens em bronze.
Também transbordam para o plano escultórico os acasos da fotografia. Oscilações de luz e problemas de exposição equivalem às rachaduras e marcas dos moldes que Rodin tentou escancarar em vez de esconder, como o joelho truncado de “A Meditação”, agora no Masp.
“As Três Sombras”, em sua repetição tripla, também segue a lógica de múltipla exposição e produção serial que acompanha a fotografia. A sucessão calculada e programada de uma mesma imagem atinge até um caráter cinematográfico, um homem e uma posição para cada frame desse momento.
Tanto que a obra de Rodin fez mais sentido fotografada do que vista ao vivo. Edward Steichen retratou à noite, sob luz difusa, a escultura de Balzac, a mesma que foi chamada de saco de batatas e até pinguim pela crítica da época. Rodin chegou a esconder sua escultura por dez anos até ver a imagem de Steichen e admitir que só então o mundo seria capaz de entender aquela sua homenagem a Honoré de Balzac.


RODIN: DO ATELIÊ AO MUSEU

Quando: abertura hoje, às 19h; ter. a dom., 11h às 18h; qui., 11h às 20h; até 13/12
Onde: Masp (av. Paulista, 1.578, tel. 0/xx/11/3251-5644)
Quanto: R$ 15

Piano stairs – TheFunTheory.com

A ação, feita em conjunto pela agência de publicidade DDB e pela Volkswagen, foi implantada em um metrô de Estocolmo, na Suécia.

Imagine que você está descendo as escadas do metrô, como faz habitualmente todos os dias, e começa a ouvir sons de piano, …tocados em ritmo que vai de acordo com os seu passos.
Essa foi a proposta da agência de publicidade DDB em uma parceria com a Volkswagen.

As duas empresas se reuniram para criarem um experimento chamado Fun Theory, uma tentativa bem ambiciosa de tentar mudar os hábitos sedentários dos moradores da capital da Suécia, Estocolmo.
Para isso, transformaram as escadas de uma estação de metrô em um piano, o que aumentou surpreendentemente o uso das escadas em 66%.

O resultado você confere no vídeo:

Corrida Maluca

Carros de famoso desenho animado ganham vida na Inglaterra

Corrida Maluca 1

Das telinhas para a vida real. A Corrida Maluca, um sucesso produzido pelos estúdios Hanna-Barbera entre 1968 e 1970, ganha vida uma vez por ano, durante o Festival de Velocidade de Goodwood, em West Sussex, na Inglaterra.

Todos os 11 carros e os 23 competidores – entre homens, animais e seres estranhos-, são representados por réplicas praticamente perfeitas da série televisiva. A competição é um evento tradicional da região, com os veículos e as fantasias montados pelos participantes.

Corrida Maluca 2

A brincadeira parece um sonho de criança realizado, pois tanto os carros quanto os personagens seguem fielmente os padrões do desenho animado.

Confira a seguir os carros e os personagens originais do desenho com os modelos reais!

Carro 00 (Máquina Malvada): Dick Vigarista e Mutley

Carro 00

“Raios! Raios duplos!”, era assim que o Dick Vigarista fazia críticas aos seus erros nas trapaças para tentar vencer alguma das provas da Corrida Maluca. Sempre acompanhado do seu cão escudeiro Muttley, que sempre ri dos problemas do dono, o vilão nunca venceu uma prova com a Máquina Malvada. Em um dos episódios, Dick Vigarista vence a prova, mas é desclassificado por trapaça e concede a vitória à Penélope Charmosa.

Carro 1 (Carro da Idade-da-Pedra): Irmãos Rocha

Carro 1

O carro pré-histórico é pilotado pelos dois “homens” das cavernas que viviam se batendo com toras de madeira. Nos 34 episódios da série, os Irmãos Rocha venceram três corridas.

Carro 2 (Cupê Mal-Assombrado): Irmãos Pavor

Carro 2

A junção de um castelo com um veículo antigo resultou no Cupê Mal-Assombrado. O carro é pilotado por seres estranhos e possui ainda um dragão no interior para dar uma forcinha em algumas provas. Os Irmãos Pavor ganharam três corridas.

Carro 3 (Carro de Mil-e-Uma Utilidades): Professor Aéreo

Carro 3

Um carro com traços de barco e avião é a engenhoca pilotada pelo professor aéreo. O cientista maluco possuía uma grande diferença em relação aos rivais, que eram inversões que permitiam escapar das armadilhas de Dick Vigarista. O professor venceu três provas.

Carro 4 (Carro da 1ª Guerra Mundial): Barão Vermelho

 

Carro 4

O carro-avião do Barão Vermelho foi uma criação inspirada em um piloto de combate alemão da 1ª Guerra Mundial, que obteve mais de 80 vitórias em combates aéreos. No entanto, o do desenho conseguiu apenas três vitórias.

Carro 5 (Carrinho para Frente): Penélope Charmosa

Carro 5

A única mulher da corrida maluca, Penélope Charmosa possui um carro que é a cara dela.  Cor de rosa com linhas femininas, o Carrinho para Frente é o sonho de toda mulher, com vários aplicativos para deixar a sua dona sempre bonita. A bela pilota venceu quatro corridas

Carro 6 (Carro-Tanque): Sargento Bombada e Soldado Micas

Carro 6

Um tanque de guerra pilotado pelo Sargento Bombada e o Soldado Micas, que passa por cima de todos os obstáculos na força ou pela utilização do canhão. Chegaram à frente em três provas.

Carro 7 (Carro a prova de Balas): Quadrilha de Morte

Carro 7

Sete mini-gângsteres compõem a simpática quadrilha. O comandante da equipe é Clyde. Os outros integrantes são: Dum Dum (o bobo), Pockets (o carregador de bugigangas), Zippy (o super-rápido), Snoozy (o soneca), Softy (o chorão) e Yak Yak (o nervoso). A quadrilha conseguiu quatro vitórias.

Carro 8 (Carroça à Vapor): Tio Tomás e o covarde urso Chorão

Carro 8

O agricultor Tio Tomás em companhia do urso Chorão conduz a Carroça à Vapor. O tranquilo caipira de bobo não tinha nada e conseguiu ganhar quatro provas.

Carro 9 (Carrão Aerodinâmico): Peter Perfeito

Carro 9

Peter Perfeito era o galã da Corrida Maluca. O carrão do piloto tinha o problema de se desmanchar constantemente, mas conseguia vencer alguns obstáculos bizarros pelo seu formato. O bonitão que sempre tentava impressionar a bela Penélope Charmosa venceu quatro provas.

Carro 10 (Carro-Tronco): Rufus Lenhador e o castor Dentes-de-Serra

Carro 10

Pilotado por Rufus Lenhador e pelo seu escudeiro, o castor Dentes-de-Serra, o Carro-Tronco era de madeira com rodas de serras, que cortava todos os obstáculos pela frente. O musculoso lenhador conquistou três vitórias.

Assista aqui a abertura deste clássico desenho animado:

Saudades de Hanna-Barbera!!

Rio 2016 – The Passion Unites Us

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Segue abaixo outro vídeo apresentado na eleição da cidade dos jogos olímpicos de 2016.
Este simula a chegada dos atletas olímpicos ao Rio de Janeiro,e foi dirigido pelo fantástico Fernando Meirelles.
APAIXONANTE !!!

Rio sedia Olimpíadas de 2016

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Após duas tentativas frustradas de organizar uma Olimpíada, o Rio de Janeiro foi anunciado nesta sexta-feira como sede dos Jogos-2016, os primeiros na história a serem organizados em um país sul-americano. A cidade brasileira venceu Madri, Tóquio e Chicago na eleição do COI (Comitê Olímpico Internacional) realizada hoje em Copenhague, na Dinamarca.

Na primeira rodada de votação, Chicago, que era considerada favorita, foi eliminada. Na segunda, foi a vez de Tóquio sair da disputa. Na decisão, o Rio venceu Madri por 66 votos a 32, diferença bastante expressiva.

Assista o vídeo institucional do Comitê Rio 2016:

Assista o vídeo de apresentação das instalações olímpicas na cidade do Rio de Janeiro (Rio 2016):

Estreias da Semana

JOGANDO COM PRAZER Spread. EUA, 2009. Direção: David Mackenzie. Com: Ashton Kutcher, Anne Heche e Margarita Levieva.
O maridão de Demi Moore interpreta Nikki, um “bon vivant” que passa os dias e as noites na farra de Los Angeles. Porém, ao encontrar a sedutora Heather, sua vida vira de ponta cabeça.

DIÁRIO PROIBIDO Diary of a Sex Addict. Espanha, 2008. Direção: Christian Molina. Com: Geraldine Chaplin, Leonardo Sbaraglia e Llum Barrera. 103 min.
No drama espanhol conhecemos parte da vida de Val, jovem executiva de sucesso que descobre no sexo sua maior motivação. A moça faz questão de registrar em seu diário pessoal todas as suas aventuras sexuais, sem medo de se assumir como uma ninfomaníaca. O filme é baseado no best-seller de Valérie Tasso, escritora que viveu todas as histórias que hoje narra em seus livros e que inspiraram Diário Proibido.

Estreias da Semana (Passada)

 

FALANDO GREGO My Life In Ruins. EUA/Espanha, 2009. Dire ção: Donald Petrie . Com: Nia Vardalos, Richard Dreyfuss, Rachel Draft. 100 min.
Embora possa parecer uma sequência, a comédia romântica Falando Grego não tem nenhuma relação direta com Casamento Grego, a não ser sua protagonista: Nia Vardalos. A atriz vive uma guia turística inconformada pela perda de seu kefi, palavra grega para se referir à libido. Eis que ela decide seguir para a Grécia tentando esquecer da situação, e uma vez lá redescobre o amor.

A VERDADE NUA E CRUA The Ugly Truth. EUA, 2009. Direção: Robert Luketic . Com: Gerard Butler, Katherine Heigl, Cheryl Hines. 97 min.
Querida pelo público, Katherine Heigl, que ganhou destaque pela personagem Izzie na série televisiva Grey’s Anatomy, estrela ao lado do espartano Gerard Butler a comédia romântica A Verdade Nua e Crua. A bela Katherine Heigl interpreta Abby, uma produtora de telejornal romântica. Butler, o astro da vez de Hollywood, interpreta Mike, que aparece na trama dando dicas machistas para Abby sobre como conquistar um homem.

UMA PROVA DE AMOR My Sister’s Keeper. EUA, 2009. Direção: Nick Cassavetes. Com: Cameron Diaz, Alec Baldwin, Abigail Breslin, Joan Cusack. 109 min.
Quando entra na adolescência, jovem começa a questionar a razão de sua concepção. Ela nasceu para que pudesse doar sua medula óssea à irmã mais velha, que tem leucemia. Ela então contrata um advogado intencionada a processar seus pais.